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Páscoa: Símbolos, Verdades e Transformações

Texto de Julia Vidal     Logo após o equinócio de Março temos a celebração da Páscoa. São muitas as origens que podem se atribuir a este feriado, todas carregadas de um profundo significado de ressurreição. Temos desde a mitologia suméria que narra a história de Inanna (que foi julgada, crucificada e após sua morte ressuscitou no terceiro dia), até a história egípcia de Hórus (nascido em 25 de dezembro e cujo olho danificado se configura como símbolo de morte e ressurreição), passando pela celebração da deusa nórdica Ostara (que transformou um pássaro ferido em lebre para salvá-lo, motivo pelo qual ele colocaria ovos, símbolo de sua origem). Os exemplos diferem em protagonistas e convergem em significado.   Em todas as mitologias (inclusive na Cristã, com a histórica vinda de Jesus Cristo), o ensinamento principal permanece: uma metáfora sobre transformação. A Páscoa ocorre próxima de um raro momento de equilíbrio...

29/03/2018 Leia tudo

As máscaras que usamos e as que nos tornamos.

Texto: Julia Vidal   “O simbolismo da máscara no Oriente varia segundo suas utilizações. Seus tipos principais são a máscara de teatro, a máscara carnavalesca e a máscara funerária”1. Entretanto, um outro tipo de máscara de caráter não físico se tornou ainda mais comum: a máscara social. Assim como as demais, ela cumpre uma função na vida do indivíduo que passa por determinado rito em sua comunidade, porém seu preço acaba por ser mais elevado do que se pensa.   A máscara teatral possui como objetivo representar e comunicar uma série de signos para o público que percebe uma integração entre a forma da máscara e o corpo e intenção do ator. Ela não está em cena para esconder e sim para facilitar uma troca de informações. A máscara carnavalesca expressa em sua maioria aspectos instintivos e busca justamente a expulsão, libertação e catarse ao revelar as pulsões que habitam...

05/03/2018 Leia tudo